Andrew Solomon: Depressão, o segredo que compartilhamos

Este é o primeiro artigo sobre livros que abordam o tema depressão, ou outros distúrbios. Serão escolhidos de uma forma a evitar livros muito técnicos e chatos de ler.

Para quem não está acostumado a ler, recomendo que tente começar com o primeiro. Você vai descobrir um mundo mágico, que poderá ajudar muito na sua luta. Não tenha preconceitos, leia!

Este artigo é o “piloto”, queremos publicar um a cada período (mês, bimestre, semestre). Se a aceitação for boa, certamente virão outros artigos como este. Por isso é muito importante o seu feedback!

Conte-nos o que achou do artigo ou dos livros. Sugira, critique (construtivamente!), opine, apenas de um oi… assim saberemos o alcance que teve!

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Boa leitura!

O Vendedor de Sonhos, Augusto Cury (2016)

Repleto de sábias palavras do início da primeira página até a última, O Vendedor de Sonhos foi um dos livros que mais tocantes do autor, Augusto Cury.

Isso se deve à forma como ele descreve a vida e os conflitos interiores dos personagens, o que faz com que, em algum momento, nos identifiquemos com a situação. Ele nos coloca frente a frente com o nosso “verdadeiro eu”, sem se esconder sob as máscaras, dos títulos e das formações acadêmicas.

Depois de salvar a vida de um jovem que queria pular de um prédio, O Vendedor de Sonhos o convida para segui-lo. Em seguida convida várias outras pessoas que conhece ao longo da história para vender sonhos.

Ninguém sabe sua identidade nem de onde veio, se é um sábio ou um louco. O que todos concordam é que o desconhecido tem um poder de persuasão indescritível, um discurso capaz de convencer até pessoas da alta sociedade a seguirem-no.

“Os suicidas, e mesmo os que planejam a morte, não querem matar-se, mas matar a sua dor”.

Augusto Cury, no livro O vendedor de sonhos

Pelo fato do autor do livro (Augusto Cury) ser psiquiatra, ele consegue trazer para dentro de seus livros, de uma forma que possa ser compreendida por aqueles que leem, a vida de seus personagens e assuntos abordados pela psicologia e pela psiquiatria.

Recomendo o livro tanto para quem assistiu como para quem não assistiu o filme, pois tem inúmeros detalhes e frases que não foram possíveis resumir no curto tempo de duração de um filme.

O Demônio do Meio-dia: uma Anatomia da Depressão, Andrew Solomon (2001)

Em O Demônio do Meio-diaAndrew Solomon o autor contribui enormemente para a diminuição do estigma sobre a depressão.
O autor consegue despertar empatia por quem luta com a doença no leitor que não sentiu “na carne” o que é ser engolido pelo “demônio” chamado depressão. Isso é feito através de uma vasta pesquisa e de um relato pessoal.
O livro é denso e recheado de informações, sem academicismos e dialoga com o leitor comum. Nele, o autor faz um alerta para as famílias sobre a forma correta de amparar e acolher seus entes queridos que sofrem com a depressão.
O Demônio do Meio-Dia deriva de artigos que Andrew Solomon escreveu ao longo da década de 1990 para a revista New Yorker. O livro foi finalista do Prêmio Pulitzer, em 2002, e também recebeu homenagens como a do National Book Award, em 2001.
Quer saber mais sobre o autor? Veja essa excelente palestra sobre depressão que ele dá no TED Talks: Depressão, o Segredo que Compartilhamos.

Manual AntiAutoajuda: Felicidade Para Quem Não Consegue Pensar Positivo

No Manual Antiautoajuda, Oliver Bukerman combate métodos mágicos e tenta nos mostrar como somos incompetentes em alcançar a felicidade.
Através do humor, o “Manual Antiautoajuda” consegue espantar a tristeza ao buscar a felicidade pela via oposta.

O autor fez uma extensa pesquisa e apresenta argumentos filosóficos e psicológicos, além de pesquisas científicas, para mostrar que, enquanto a felicidade conseguida pelo pensamento positivo é frágil e fugaz, a visualização negativa pode nos levar ao caminho do bem-estar tão desejado por todos.

Oliver Bukerman é um jornalista que escreve em uma coluna semanal sobre psicologia, no jornal britânico “The Guardian”.
Não deixe de ler, você não irá se arrepender!

“Trailer” do livro Manual AntiAutoajuda. Uma ótima sinopse feita em vídeo, assista!

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